quarta-feira, 23 de abril de 2008

In love com a apple

Apesar de ser um telefone e ter o phone no nome, o iPhone da Apple é mais usado para navegar na Internet e ouvir música. Essa foi a conclusão de uma pesquisa realizada pela consultoria iSuppli, nos EUA.

Durante 71% do tempo, os usuários de celulares comuns falam ao telefone. Em se tratando de iPhone, somente 46% do tempo é gasto em funções de comunicação via voz.

Em compensação, durante 12% do tempo, os usuários do telefone da Apple navegam na Internet. Os usuários de outros aparelhos navegam apenas 2% do tempo. Quando o assunto é e-mail, também há mais vantagem para o iPhone: 12% do tempo é gasto enviando mensagens.

É a prova de que a Apple conseguiu fazer um dispositivo multi-funcional e agradável de usar. Além de prático, difere-se de smart phones porque possui softwares do gênero besteirol – cri-cri de grilo, formigas passeando na tela, "raio-x", copo de chope, pipoqueira... Divertidíssimo

segunda-feira, 21 de abril de 2008

A velocidade do 3G

Na semana passada fui comprar um modem 3G para acessar a internet em meu notebook de forma móvel. Este pequeno dispositivo se conecta à web através da rede de telefonia celular, até mesmo dentro do carro em movimento posso navegar, pois é como se estivesse falando ao telefone (com a diferença que o tráfego é de dados e não de voz). A tão esperada tecnologia 3G pode ser traduzida como a banda larga da telefonia, maior velocidade e qualidade em sua conexão – melhor som, melhor imagem - potência e capacidade. Inúmeras possibilidades. É, tentador.

As operadoras quase que simultaneamente lançam seus produtos 3G: telefones, modems e placas PCMCIA, todos preparados para navegar nas novas redes 3G, que paulatinamente são instaladas no país. A febre pelo novo traz correria às lojas, e eu também queria o meu modem 3G. Uma operadora lançou a promoção matadora: traga sua conta de internet de outra telecom, assine nossa conexão 3G e leve o modem gratuitamente. Foram quase dez dias entre conseguir ser atendida, conseguir reservar um modem e finalmente ser chamada para buscá-lo. Levei a última peça da loja, e na boca do caixa a surpresa: "olha, só que a promoção mudou, a tabela virou ontem e agora o modem não é mais gratuito, custa 199". Só para variar, aquela horrível sensação de impotência quando lido com operadoras me assolou. Lembrei dos desenhos animados onde o personagem constrangido vira um pirulito. "Sucker", senti e pensei, é assim que sou vista e tratada pelas operadoras. E eu sou 'apenas uma atendente', justificou-se a moça da loja. Um tanto injuriada, ainda tentei ir na concorrente para fazer melhor negócio, mas que nada: ali os modems haviam acabado há tempos e não havia previsão. Cansada dessa história, voltei e entubei a tal "mudança na promoção" apesar de ter feito a reserva da peça com antecedência - quando era gratuita - e fui para casa chateada. Que porcaria de experiência de compra, era para eu estar contente com minha aquisição mas me sinto pega numa emboscada.

Passado o desgosto inicial, vou usar minha nova conexão. "É plug & play – havia me explicado a atendente – basta conectar na porta USB e o software se instala automaticamente, já começa a funcionar, você fica apta a navegar na super velocidade do 3G". Uau. O argumento plug & play é deveras convincente: basta conectar o cabo e tudo acontece. Sorrisos. Bem, na verdade não foi assim. Penei horas para fazer o modem funcionar e não consegui. Os amigos geeks vieram me ajudar, um outro me auxiliava pelo Skype a descobrir o problema, enquanto eu baixava um software que um deles achou e me mandou para eu tentar instalar. E nada. Todos elocubravam: "deve ser porque a rede está congestionada", "talvez não esteja com sinal", "deve ser o firewall". Uma fuçação sem fim nas configurações, no painel de controle, e eu só pensando "minha nossa, eu nunca conseguiria fazer isso sozinha". Até que funcionou. E depois quando cheguei em casa não funcionou. E na derradeira tentativa, ao final do prazo para devolução da peça caso estivesse insatisfeita, funcionou de vez. Engraçado isso, parece que pegou no tranco. Achei que a tecnologia fosse uma coisa mais matemática e precisa, cartesiana. Mas não.

O aprendizado que fica desta experiência paradoxal – até mesmo a busca por velocidade pode ser um processo lento – é que de fato essa é a essência: para tudo nesta vida é preciso paciência. Tanto para as novas tecnologias como para as velhas humanidades. Talvez porque, como dizia Beverly Sills, não há atalhos para qualquer lugar que valha a pena.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Quanto vale sua rede de amigos?

Tenho presenciado algumas discussões sobre os caminhos do mobile marketing, e em muitas delas este caminho se cruza com os do CRM (customer relationship management). Basicamente o que se diz é que a propaganda do futuro precisa ser personalizada, pois as pessoas querem ofertas que lhes digam respeito. Parece que o consumidor não quer saber se a massificação traz economia de custo por ganho de escala, ele quer algo que converse com ele, apenas com ele. Para poder fazer acontecer esta mágica de uma oferta personalizada, é preciso conhecer o consumidor. Aí entra o CRM, com seus cadastros e cruzamentos de informações, tornando cada consumidor único. A palavra de ordem é "personalização massificada". O mobile marketing, neste futuro, é o personal channel que entrega a mídia, afinal nada mais pessoal que um celular.

Um exemplo fictício (e lembre-se que a vida imita a arte) é o filme Minority Report. Painéis de mídia exterior chamam o consumidor pelo nome, oferecendo produtos e serviços. Conhecer o consumidor é de fato peça chave para o sucesso das futuras campanhas, mas acrescento aqui um componente pouco retratado nestas discussões e menos ainda no filme: a mídia social.

Num mundo onde dizer-se marketeiro é quase tão vergonhoso quanto ser político, onde a descrença na propaganda toma conta do consumidor médio, onde ações se confundem e se reduzem a "golpes de marketing", realmente parece importante o aval e a recomendação de algum amigo, alguém conhecido.

Aí leio os posts da Fernanda Romano, sobre o frenesi entre as comunidades que se twittam contando novidades, comentando, recomendando. E depois sobre uma comunidade inteira do Twitter colocada à venda, valendo muitos dólares. Acho que esta foi uma manobra bem esperta para testar o valor de uma rede social de alguém influente. E, interessante, já tem bastante gente percebendo o valor disso. O futuro não está tão distante, pois.

Acredito que a propaganda do futuro é a soma do conhecimento e entendimento do consumidor, com a oferta inteligente entregue na hora propícia, onde a marca consiga mobilizar redes sociais ao seu redor e a seu favor, criando uma cadeia de valor 'retroalimentável'. O bom e velho (e efetivo) boca-a-boca se moderniza e vira o thumb-to-thumb, onde as dicas e recomendações são repassadas num twittar de dedos

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Para quem quiser brincar com os QRCodes

Os QRCodes despertaram a curiosidade de vários leitores, envio a dica de um projeto muito bacana da Wikipedia, cujo intuito é divulgar as informações desta superbiblioteca que agora está acessível também no celular. O Semapedia (www.semapedia.org) é um site onde você pode criar um QRCode qualquer (experimente escrever "Brasil" no final do link da barrinha vermelha) e automaticamente ele gera um PDF com 8 códigos para você imprimir, recortar e colar por aí :-) Os codes levam ao site móvel da Wikipedia, direto pro tema que você selecionou. No caso do Brasil são infos, mapa, brasão e muito mais. Tudo na palma da sua mão. O legal do site é que ele disponibiliza gratuitamente os softwares de leitura (scanners) para diversos tipos de celulares, basta escolher o seu e baixar.
Para quem prefere brincar com os Codes de maneira mais pessoal, a Nokia disponibiliza em seu site o "Create your own code". (http://mobilecodes.nokia.com/) Você pode criar um cartão de visita com seu telefone, seu blog e seu site e transformá-lo num QRCode, enviando para amigos por email que ao escaneá-lo, terão suas contact infos registradas direto no celular. Estar na mão dos amigos nunca foi tão divertido :-)

terça-feira, 8 de abril de 2008

Os QR Codes e o mobile marketing

Recebi alguns emails de pessoas comentando o QR Code, e acho legal dividir com os leitores estas percepções e opiniões.

O QR Code é sem dúvida uma ótima ferramenta para se fazer marketing mobile, pois como o próprio nome diz, é um código de resposta rápida (quick responde code). E adoramos praticidade e agilidade neste mundo moderno, não é mesmo? J

Alguns - mais ansiosos? - questionam sua eficiência alegando (corretamente) que é preciso baixar um software antes para então tornar o celular habilitado a brincar com estes códigos, o que torna o processo um tanto complexo e trabalhoso. O QR Code é mesmo um código de barras, universal como a tradicional seqüência de barrinhas, mas em 2D, criado pela japonesa Denso-Wave. Não é de se admirar, portanto, que a Toyota tenha sido pioneira na adoção desta tecnologia aqui no Brasil: no Japão ela é bem difundida, existe desde 1994. Sendo um código de barras, basta um scanner (ou leitor óptico, como esse de padaria) para lê-lo. E é isso que o tal software faz com seu aparelho: transforma-o num leitor específico de códigos de barras 2D através da câmera embutida no celular.

Acho fantástica esta tecnologia, o código funciona como uma chavinha mágica para um mundo de informações, pois com apenas um clique (e o tal software instalado) você tem acesso à diversos conteúdos dentro do seu celular: sites WAP, aplicativos, games, catálogos de produtos... Muito Matrix J

De novo o gargalo aqui é a cultura da população (já que praticamente todos os celulares produzidos atualmente saem de fábrica com câmera), por isso coloco o QR Code no pacote de ferramentas de mobile mkt que dependem apenas de tempo para serem amplamente utilizadas.

O seguinte comentário que recebi me faz acreditar cada vez mais nisso: "fiz um projeto uma vez pra descendentes brasileiros de japoneses que vão trabalhar lá no Japão e descobri que tudo lá tem QR Code: jornais, revistas, produtos nas lojas, peças publicitárias...e os japoneses usam mesmo, como "um saiba mais" e para comparar preços, comprar, baixar conteúdos. Sei que o Japão é bem longe mas acho que é mesmo uma questão de tempo apenas."

Além da Toytota e Umbro, olha só que outro uso legal para os QR Codes. O Facebook lançou em seu site um programa chamado Add to Friends Shirt, que possibilita ao usuário criar uma camiseta com seu QR Code, que linkará o celular das pessoas a sua página no Facebook. Simples assim. Bacana, não? Arigatô.

domingo, 6 de abril de 2008

Assim caminha o marketing mobile

Tal e qual um rio corre para o mar, onde não há árvore, rocha, barreira ou barragem que o impeçam de cumprir seu destino; se este for o fluxo da comunicação humana – tornar-se móvel, imediata e acessível através de dispositivos celulares – não haverá obstáculos que impeçam seu caminho.

Prova disso é o lançamento do 'celular' N810 da Nokia, que junta a funcionalidade de um tablet mais a conexão de alta velocidade com a Internet, dispensando uso de operadora.

Quando fora do alcance de uma rede WiMax, ele se conecta à Internet por Wi-fi ou por redes de celular ao ser pareado por Bluetooth. O desenvolvimento do novo modelo partiu de uma simples premissa: para quê operadora se basta acessar a Internet e usar VoIP?
Segundo a Nokia, o aparelho estará disponível nos EUA durante o terceiro trimestre de 2008.

Contornando rochedos também fluem os caminhos do marketing móbile: a menina dos olhos deste mercado tem sido a tecnologia Bluetooth, que permite a troca de arquivos (seja áudio, vídeo ou texto) de forma gratuita, de aparelho para aparelho, endossando a potencialidade viral deste meio mobile.

Nesta mesma trilha estão os sites WAP, também chamados de microsites, ou sites móveis. Nada mais são do que uma nova, prática e resumida versão dos sites tradicionais para o ambiente celular. Rapidamente você faz uma consulta ao banco, pesquisa as notícias de seu jornal favorito, localiza a loja mais próxima de uma determinada marca, acessa seus emails, consulta um mapa da região, vê um catálogo da nova coleção.

Nestes dois casos, o gargalo da comunicação encontra-se nos próprios aparelhos, e também na cultura da população. No Brasil, ainda são poucas as pessoas que possuem celulares com a tecnologia bluetooth e que sabem usá-la, pois é preciso ativar o aparelho - nada muito complexo, porém ainda pouco propagado. O mesmo vale para a tecnologia WAP. Poucos sabem acessar o navegador de internet (browser) de seus telefones celulares. Ainda.

Acredito que seja apenas uma questão de tempo – médio prazo? - para estas tecnologias e este conhecimento estarem amplamente difundidos. Aqui não há barreira econômica e nem política, pois fabricantes tem autonomia para implementar estes avanços nos novos modelos, e o mercado aprende velozmente a brincar com estes novos gadgets, que tem se tornado cada vez mais amigáveis. Quem já viu um iPhone sabe do que estou falando. E quem viver verá!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

As boas práticas do mercado mobile, 1 ensaio

Na semana passada houve o Mobile Marketing Forum, evento de lançamento da Mobile Marketing Association no Brasil - MMA LATAM - cuja sede será em São Paulo. O propósito da associação é a promoção do crescimento do mercado de mobilidade. A MMA atua por meio do estabelecimento de regras, melhores práticas, comitês de estudo, fóruns e eventos para intercâmbio de idéias. Ressalto aqui alguns pontos discutidos no Fórum que achei bem interessantes. O Fórum contou com a participação de palestrantes da Abril, The Coca-Cola Company, Nielsen Mobile, Media Contacts, Yahoo e Playphone, entre outros, além de mesa redonda com operadoras.

Andre Zimmermann, Diretor Geral da Media Contacts Brasil vê 2 momentos da publicidade. O atual, guiado pelo conceito de Top Of Mind, onde o que vale é a lembrança da marca, cobertura e freqüência são a chave do sucesso, e quanto mais martelamos a mensagem na cabeça do consumidor melhor é. E o amanhã, guiado pelo conceito do Moment Of Truth, onde o que importa é cativar o consumidor; encontrar o momento e a mensagem propícios é o grande desafio, e o consumidor passa a valorizar a marca pelo que ela lhe entrega de valor.

Para ele, o sucesso do celular neste Moment Of Truth baseia-se em 4 preceitos: não ser intrusivo, agregar valor, ser simples e acessível, complementar outras mídias. Sounds good J

Já a Mobx, patrocinadora do evento, incentivou a adoção de 10 "mandamentos". São eles:

1. Nunca envie uma mensagem sem a autorização explícita do cliente;

2. O conteúdo da comunicação deve ser relevante e manter um tom de exclusividade;

3. Todos os conteúdos enviados devem ser adequados ao perfil de cada assinante. As informações precisam ser sempre segmentadas;

4. A comunicação deve ser curta e objetiva para ter mais eficácia;

5. Nunca repita para o mesmo cliente uma comunicação que já tenha sido enviada para ele. Isso fará com que ele pense que se trata de uma mensagem massificada;

6. Respeite as leis dos direitos autorais;

7. Nunca envie mensagens entre 20h00 e 8h00;

8. Pondere a quantidade de interações com cada cliente e lembre-se: existe um limite de envios para evitar a saturação do canal de comunicação;

9. Sempre permita que o cliente possa desautorizar o envio de mensagens com facilidade;

10. Quando o cliente optar por desistir de receber o conteúdo, respeite esta decisão.

Isso é música para nossos ouvidos cansados, não? Tomara que estas boas práticas sejam adotadas por todos aqueles que fazem parte deste mercado. As apresentações completas dos palestrantes estão disponíveis no site do evento: http://www.mobilemarketingforum.com/

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Polemico

A propaganda pelo celular é uma questão prá lá de polêmica, onde consumidores, operadoras, integradoras, agências de propaganda e marcas possuem opiniões (e atitudes) divergentes. Marcas e agências querem anunciar, consumidores querem benefícios, operadoras freiam este movimento em nome de um zelo pela privacidade do usuário, e as integradoras tentam fazer o meio de campo, buscando atender o mercado publicitário sem incomodar o consumidor nem desrespeitar as operadoras, contando com a ajuda das associações de Mobile Marketing nacionais e internacionais. Este é o retrato do mercado mobile brasileiro, ainda uma verdadeira zona.
O que mais me surpreende, na verdade, é esta certa hipocrisia que paira no ar quando as operadoras restringem (ou mesmo proíbem) as ações mobile. Concordo plenamente que este mercado tem que ser regulado para que não tenhamos os indesejados SPAMs pelo celular. Se já são irritantes em sua caixa de email, que dirá no seu telefone. O intrigante é que, toda vez que me sinto incomodada pelo celular, sentindo que houve um abuso, adivinhem de onde vem a mensagem? Justamente das operadoras! As que mais restringem a tal "propaganda pelo celular" são as que mais mandam mensagens indesejadas e totalmente fora de contexto. Ainda penso: "poxa, como esses caras mandam esta oferta para mim? Não tem nada a ver com meu perfil". É tal qual receber aqueles SPAMs de "aumente seu pênis", logo eu que sou mulher. Ou seja, conhecimento zero do interlocutor. E das operadoras concorrentes vivo recebendo ligações inconvenientes, o que pressupõe uma prática antiética e condenada pelas mesmas: adquiriram meu número comprando algum banco de dados duvidoso, quiçá num mercado negro de listas em algum lugar na Santa Efigênia. Eu não autorizei isso.
Segundo Laura Marriott, presidente da Mobile Marketing Association (MMA) - uma organização sobre propaganda no celular que reúne anunciantes, operadoras e agências de publicidade em todo mundo - oferecer a possibilidade de participar de sorteios, promoções ou até ganhar direito a mandar mensagem de texto (SMS) sem pagar nada são excelentes formas de atingir os consumidores. Ela esteve no Brasil na semana passada, justamente para incentivar a regulamentação do uso desta propaganda, através de boas práticas e regras. São regras que definem como as pessoas recebem as propagandas, se elas vão fazer isso de forma voluntária e como poderão optar por não recebê-las. Além disso também há regulamentações sobre a distribuição de conteúdos gratuitos junto com o anúncio.
As vantagens são inúmeras. Além da penetração maior que TV aberta, nos celulares existe um diálogo, você consegue criar uma comunicação direta com clientes. É um poder que nenhum outro meio tem. Hoje as peças publicitárias precisam interagir umas com as outras e o celular atua nesse papel. É possível trazer os consumidores para os celulares usando propagandas em jornais, TV, painéis em aeroportos. Você leva a interação e revitaliza os meios mortos, passivos. Uma pessoa vê um painel publicitário e pensa: 'Olha só o que eu posso ganhar se enviar esse código pelo celular'. Um painel que normalmente passaria despercebido. Com o celular, a campanha continua.

É uma questão de tempo para a hegemonia (e a máscara) das operadoras cairem neste embroglio chamado Mercado Mobile brasileiro, e que elas tenham a humildade de aprender com quem sabe fazer, cada um no seu negócio. Mercado de telefonia é uma coisa, mercado publicitário é outra.